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Famílias Soncin e Bragatto

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Imigrantes Italianos

Famílias Soncin e Bragatto

Um dos integrantes da família Soncin que residia na cidade de Caorle, localizada na Província de Venezia, Região do Veneto, imigrou para o Brasil no ano de 1888, partindo do porto de Genova por volta de 26/07/1888 no navio Provence, desembarcando no porto de Santos/SP em 16/08/1888. Acreditamos que este imigrante era nosso trisavô materno Angelo Soncin (45 anos), juntamente com os filhos Sante (20 anos), Alessandro (09 anos), Antonio (05 anos) e a cunhada Santa (20 anos). Não encontramos no banco de dados do Museu da Imigração do Estado de São Paulo (antigo Memorial do Imigrante) os registros de entrada no Brasil de sua esposa Natalina Bragatto (nossa trisavó materna) e nem de seus outros sete filhos, dentre eles Giovanni Bortolo Soncin (nosso bisavô materno - na ocasião com 15 anos - nascido em 1873 na cidade de Caorle).


Giovanni Bortolo Soncin

Consideramos as informações do desembarque descritas acima como pertencentes a nosso trisavô Angelo, em função de pesquisa realizada no banco de dados do Museu da Imigração do Estado de São Paulo (antigo Memorial do Imigrante), referente aos livros de registros de entradas/desembarques de imigrantes (livro 013, fl 082, família 00570), a qual confrontamos com as informações obtidas junto a nossos familiares, analisando as coincidências presentes (nomes, idades, composição familiar, ano de chegada ao Brasil). Segundo informações, todos os integrantes da família Soncin (ramo ao qual pertencemos) teriam imigrado juntamente com nosso trisavô Angelo, porém acreditamos que nossa trisavó Natalina já era falecida na ocasião da imigração da família para o Brasil. Não descartamos a hipótese que a entrada dos demais filhos possa ter ocorrido no porto de Santos/SP como acompanhantes de outras famílias ou mesmo através do porto do Rio de Janeiro/RJ, em meados de 1888.

Após a chegada ao Brasil, nosso trisavô Angelo e família foram residir e trabalhar na cidade de Jundiaí/SP (naquela época a grafia do nome da cidade era Jundiahy), provavelmente nas redondezas da antiga Capela de Santa Cruz (localizada no alto da Vila Arens, hoje Praça Quintino Bocaiúva, popularmente conhecida como "Largo da Feira"), cidade na qual nosso bisavô Giovanni Bortolo trabalhou em uma tecelagem, possivelmente a Companhia Fiação e Tecidos São Bento S.A. (a primeira tecelagem da cidade, que foi pólo nacional do ramo na primeira metade do século XX), fundada em 1874 por Antônio de Queiroz Telles como Companhia Jundiahyana de Tecidos e Cultura S.A. Em meados de 1891 nosso trisavô Angelo e família transferiram residência para uma fazenda localizada na cidade de Boa Esperança do Sul/SP, sendo que posteriormente a família transferiu residência para uma fazenda localizada na cidade de Dourado/SP, região na qual nosso bisavô Giovanni Bortolo conheceu nossa bisavó materna pertencente a família Facchini. As primeiras referências encontradas sobre a cidade de Dourado/SP datam de 1856 e estão registradas em um livro dos antigos Registros Paroquiais de Terras (Livro nº 20 - Freguesia de Brotas). Em 1876 o então Bairro São João Baptista de Dourado possuía uma capela onde eram oficializados batizados, casamentos e óbitos da região, região esta onde se praticava a agricultura de subsistência. Era uma região de terra roxa muito fértil (rica em rocha basáltica decomposta, chamada de terra roxa devido a sua coloração), o que possibilitou a introdução da cafeicultura e a formação de grandes fazendas cafeeiras. Com a abolição da escravatura no Brasil em 1888 e a chegada dos imigrantes para trabalharem nas lavouras cafeeiras, a região atingiu seu apogeu. Em 1897 o antigo bairro foi elevado a categoria de município, passando a chamar-se somente Dourado. A cidade acelerou seu crescimento em torno de uma estação ferroviária de mesmo nome inaugurada no final de 1900, originalmente construída pela Cia. E. F. do Dourado e posteriormente adquirida pela Cia. Paulista de Estradas de Ferro. Até o presente momento desconhecemos os locais e datas de falecimentos de nossos trisavós Angelo Soncin e Natalina Bragatto (provavelmente não imigrou para o Brasil), bem como os locais onde estão sepultados.

Em 1902 na cidade de Dourado/SP, nosso bisavô Giovanni Bortolo Soncin casou-se com Maria Angela Facchini (nossa bisavó materna), cidade na qual residiram por vários anos e onde nasceram os filhos Leopoldo, Armelindo Pedro (nosso avô materno), Anna Luiza, José Fortunato, Santo, Amélia, João, Ângelo, Lázara e Antônio. Na cidade de Dourado/SP nossos bisavós residiram em uma localidade chamada Santa Clara, local onde nosso bisavô Giovanni Bortolo trabalhou por vários anos como colono em uma fazenda dedicada ao cultivo de café. Em meados de 1934 nossos bisavós transferiram residência para uma localidade chamada Catequese, antigo povoado localizado na cidade de Echaporã/SP (antiga Bela Vista/SP), cidade na qual residiram e trabalharam em uma fazenda de propriedade de Eugenio Passarelli.

Por volta de 1944, após o falecimento de nossa bisavó Maria, nosso bisavô Giovanni Bortolo transferiu residência para o Estado do Paraná, residindo juntamente com seu filho Ângelo e família em um sítio de propriedade da família Mantovani, em uma localidade chamada Água das Sete Ilhas, localizada na cidade de Sertanópolis/PR. Acreditamos que nesta ocasião, alguns filhos de nossos bisavós que já se encontravam casados, decidiram seguir outros caminhos indo residir em outras regiões dos Estados de São Paulo e Paraná. Algum tempo depois, nosso bisavô transferiu residência para uma localidade chamada Água da Arara, localizada na cidade de Primeiro de Maio/PR. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes de nossos bisavós residindo nas cidades de São Paulo/SP, Guarulhos/SP, Jundiaí/SP, Salto/SP, Taubaté/SP, Marília/SP, Echaporã/SP, Paraguaçu Paulista/SP, Primeiro de Maio/PR, Londrina/PR, Nova Esperança/PR, Jandaia do Sul/PR, Jaciara/MT, Rondonópolis/MT, Cuiabá/MT, Ji-Paraná/RO, Itaituba/PA e Trairão/PA. Nosso bisavô Giovanni Bortolo faleceu em 1958 na cidade de Primeiro de Maio/PR, onde está sepultado.

Nosso avô Armelindo Pedro Soncin nasceu em 1906 na cidade de Dourado/SP, foi batizado no mesmo ano na Paróquia São João Batista, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos seus tios Giovanni Battista Facchini e Anna Facchini). Quando residia em Dourado/SP, em meados de 1929, nosso avô Armelindo Pedro alistou-se no Exército Brasileiro para prestação do serviço militar obrigatório, sendo direcionado em 1930 para o 18º Batalhão de Caçadores em Campo Grande/MS. Casou-se com Zulmira Gregorio (nossa avó materna – a correta grafia italiana de seu sobrenome é Greguoldo) em #### provavelmente na Capela São Sebastião da localidade Catequese, antigo povoado localizado na cidade de Echaporã/SP (antiga Bela Vista/SP). O casal teve os filhos Maria, Nadir, Aurora, Bertolo, Dorcília, José (faleceu recém-nascido em 1946 na cidade de Echaporã/SP, onde está sepultado) e Luzia. Na cidade de Echaporã/SP nossos avós residiram em uma fazenda de propriedade de Eugenio Passarelli e em um sítio de propriedade de José Andriani. Em meados de 1950 nossos avós transferiram residência para o Estado do Paraná, onde residiram em uma fazenda de propriedade de José Silvestre, na localidade Água da Arara, localizada na cidade de Primeiro de Maio/PR, sendo que posteriormente residiram em um sítio de propriedade de Domingos De Nardi. A família residiu também nas cidades de Itambé/PR e Formosa do Oeste/PR. Em meados de 1975, nossos avós transferiram residência para a cidade de Jundiaí/SP, acompanhados de sua filha Luzia e esposo. Nossos avós Armelindo Pedro e Zulmira faleceram em 1994 e 2001 respectivamente, ambos na cidade de Jundiaí/SP, onde estão sepultados.

Com relação a informações sobre os irmãos de nosso avô Armelindo Pedro, relatamos abaixo o que obtivemos até o presente momento. Gostaríamos que as pessoas que souberem um pouco da história destas famílias e de seus descendentes, entrassem em contato conosco para fornecer-nos maiores detalhes, pois possuímos poucas informações a respeito destes nossos antepassados.

Leopoldo Francisco Soncin - Nascido em 1904 na cidade de Dourado/SP, foi batizado no mesmo ano na Paróquia São João Batista, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos Leopoldo Francesco Facchini e Virginia Facchini), casou-se com Santa Marchetti (nascida em 1910) provavelmente na cidade de Echaporã/SP, cidade na qual residiram alguns anos e tiveram os filhos Agenor, Beatriz, Antônia, Tércio, José, as gêmeas Cosma e Damiana (faleceu recém-nascida) e Maria Aparecida. Posteriormente a família transferiu residência para o Estado do Paraná, onde residiram no Distrito de Ibiaci, na cidade de Primeiro de Maio/PR. Em meados de 1953 a família transferiu residência para o Estado do Mato Grosso, residindo na cidade de Jaciara/MT, cidade na qual trabalharam com máquina de beneficiamento de arroz e serraria. Vários descendentes deste casal residem nas cidades de Paraguaçu Paulista/SP, Jaciara/MT, Rondonópolis/MT, Cuiabá/MT e Ji-Paraná/RO. Entre seus sobrinhos, Leopoldo Francisco era chamado de "Tio Purdin". Leopoldo Francisco e Santa faleceram em 1987 e 1997 respectivamente, ambos na cidade de Jaciara/MT, onde estão sepultados.

José Fortunato Soncin - Nascido em 1909 na cidade de Dourado/SP, foi batizado no mesmo ano na Paróquia São João Batista, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos Giovanni Soncin e Luisa Campione), casou-se com Amábile Passarelli (nascida em 1916, filha do casal Eugenio Passarelli e Maria Milan) provavelmente na cidade de Echaporã/SP, cidade na qual residiram alguns anos em uma fazenda de propriedade de Eugenio Passarelli e tiveram os filhos Osvaldo, Osvalda, José e Antônio. Posteriormente a família transferiu residência para o Estado do Paraná, onde residiram no Distrito de Ibiaci, na cidade de Primeiro de Maio/PR. Após alguns anos de residência no Estado do Paraná, retornaram para a cidade de Echaporã/SP. Vários descendentes deste casal residem na cidade de Echaporã/SP. José Fortunato e Amábile faleceram em 1992 e 1987 respectivamente, ambos na cidade de Echaporã/SP, onde estão sepultados.

Anna Luiza Soncin - Nascida em 1911 na cidade de Dourado/SP, foi batizada no mesmo ano na Paróquia São João Batista, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos Leopoldo Facchini e Josepha Facchini), casou-se com José Lins (nascido em ####) provavelmente na cidade de Echaporã/SP, cidade na qual residiram alguns anos e tiveram os filhos Eglantina, Ondina (faleceu recém-nascida), Diuris, Eli e Valdir. Posteriormente a família transferiu residência para o Estado do Paraná, onde residiram na localidade Água da Arara, localizada na cidade de Primeiro de Maio/PR. Após alguns anos de residência no Estado do Paraná, retornaram para a cidade de Echaporã/SP e em meados de 1963 a família transferiu residência para a cidade de São Paulo/SP. Vários descendentes deste casal residem nas cidades de São Paulo/SP, Guarulhos/SP, Salto/SP e Taubaté/SP. Entre seus sobrinhos, Anna Luiza era chamada de "Tia Nica" e José de "Tio Pino". Anna Luiza e José faleceram na cidade de São Paulo/SP, onde estão sepultados.

Amélia Soncin - Nascida em 1916 na cidade de Dourado/SP, foi batizada no mesmo ano na Paróquia São João Batista, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos Alessandro Marin e Margherita Santiago), casou-se com Pedro Alberto (nascido em 1919 na cidade de Itapicuru/BA, filho do casal XXXX e XXXX) em 1936 na cidade de Echaporã/SP, cidade na qual residiram por vários anos e tiveram os filhos Maria, Elias, Emivaldo, Francisca, Pedro Luís, Maria José e Elicio. Na cidade de Echaporã/SP, Pedro e família residiram por vários anos na fazenda Figueira de propriedade de seu tio Joaquim Alberto (segundo informações, esta fazenda localizava-se nas redondezas da rodovia que liga os municípios de Echaporã/SP e Assis/SP), local onde Pedro trabalhou como retireiro, cuidando do gado. Posteriormente a família transferiu residência para o centro da cidade, onde foram proprietários da Pensão Paulista. Vários descendentes deste casal residem nas cidades de Echaporã/SP, Marília/SP e São Paulo/SP. Entre seus sobrinhos, Pedro era chamado de "Tio Piroca". Amélia e Pedro faleceram em 2004 e 1999 respectivamente, ambos na cidade de Echaporã/SP, onde estão sepultados.

Santo Soncin - Nascido em 1918 na cidade de Dourado/SP, foi batizado no mesmo ano na Paróquia São João Batista, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos seus tios Antonio Giovanni Soncin e Domenica Valeri), casou-se com Anna Passarelli (nascida em ####, filha do casal Eugenio Passarelli e Maria Milan) provavelmente na cidade de Echaporã/SP, cidade na qual residiram alguns anos em uma fazenda de propriedade de Eugenio Passarelli e tiveram os filhos Aderbal e Ademar. Após o falecimento de sua esposa Anna, ocorrido poucos anos após seu casamento, Santo transferiu residência para o Estado do Paraná, residindo no Distrito de Ibiaci, na cidade de Primeiro de Maio/PR, local onde conheceu e casou-se com Hilda Ferreira Lopes e tiveram os filhos Alceri, Maria Aparecida, Carlos e Antônio Camilo. Ainda no Estado do Paraná residiu também na cidade de Vera Cruz do Oeste/PR. Posteriormente Santo e família residiram no Estado de Minas Gerais, na cidade de Monte Carmelo/MG e no Estado do Pará, nas cidades de Itaituba/PA e Trairão/PA, local onde trabalhou em uma serraria. Vários descendentes deste casal podem estar residindo nas cidades de Itaituba/PA e Trairão/PA. Segundo informações, Santo e Hilda faleceram provavelmente na cidade de Trairão/PA, onde estão sepultados.


João Baptista Soncin - Nascido em 1920 na cidade de Dourado/SP, foi batizado no mesmo ano na Paróquia São João Batista, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos Leopoldo Facchini e Maria Gasparin), casou-se com Geni Milani (nascida em ####) provavelmente na cidade de Echaporã/SP, cidade na qual residiram alguns anos e tiveram os filhos Sidnei, Derci, Maria Aparecida e Álvaro. Posteriormente a família transferiu residência para o Estado do Paraná, onde residiram na localidade de Água das Sete Ilhas, localizada na cidade de Sertanópolis/PR. Algum tempo depois a família transferiu residência para a cidade de Londrina/PR. Vários descendentes deste casal residem na cidade de Londrina/PR. João Baptista e Geni faleceram na cidade de Londrina/PR e estão sepultados na cidade de Primeiro de Maio/PR.

Ângelo Soncin - Nascido em #### na cidade de Dourado/SP, foi batizado no mesmo ano na Paróquia São João Batista, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos #### e ####), casou-se com Aparecida Zorzetti (nascida em ####) provavelmente na cidade de Echaporã/SP, cidade na qual residiram alguns anos e tiveram os filhos Elísio, Dorival, Maria, Helena, Olívia e Pedro. Posteriormente a família transferiu residência para o Estado do Paraná, onde residiram na localidade de Água das Sete Ilhas, localizada na cidade de Sertanópolis/PR. Algum tempo depois a família transferiu residência para a cidade de Nova Esperança/PR. Posteriormente a família residiu na localidade Água da Arara, localizada na cidade de Primeiro de Maio/PR. Vários descendentes deste casal residem nas cidades de Nova Esperança/PR, Primeiro de Maio/PR e no Estado do Mato Grosso. Ângelo e Aparecida faleceram na cidade de Primeiro de Maio/PR, onde estão sepultados.

Lázara Soncin - Nascida em #### na cidade de Dourado/SP, foi batizada no mesmo ano na Paróquia São João Batista, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos #### e ####), casou-se com Otávio Tarosso (nascido em ####) provavelmente na cidade de Echaporã/SP, cidade na qual residiram alguns anos e tiveram os filhos Mercedes, Antônia, Moacir, Luiz Carlos e Maria. Posteriormente a família transferiu residência para o Estado do Paraná, onde residiram em um sítio na cidade de Cambé/PR (antiga Nova Dantzig/PR). Algum tempo depois a família transferiu residência para a cidade de Jandaia do Sul/PR, local onde trabalharam com posto de gasolina, sendo proprietários do antigo Posto Shell (atual Autoposto Brasil). Vários descendentes deste casal residem na cidade de Jandaia do Sul/PR, Maringá/PR e Ivaiporã/PR. Lázara e Otávio faleceram na cidade de Jandaia do Sul/PR, onde estão sepultados.

Antônio Soncin - Nascido em #### na cidade de Dourado/SP, foi batizado no mesmo ano na Paróquia São João Batista, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos #### e ####), casou-se com Dorica Eleutério da Silva (nascida em ####) provavelmente na cidade de Echaporã/SP, cidade na qual residiram alguns anos e tiveram os filhos Bernadete, Maria Aparecida, Enivaldo, Percival, Sônia e Rubens. Posteriormente a família transferiu residência para o Estado do Paraná, onde residiram na localidade Água da Arara, localizada na cidade de Primeiro de Maio/PR). Vários descendentes deste casal residem na cidade de Primeiro de Maio/PR. Entre seus sobrinhos, Antônio era chamado de "Tio Nêne". Antônio faleceu na cidade de Primeiro de Maio/PR, onde está sepultado.

Em maio/2017 descobrimos novas informações referentes à família de nosso bisavô Giovanni Bortolo, inclusive detalhes sobre a grafia correta de seu nome. Os descendentes de Giovanni Bortolo adotam a grafia de seu nome como Bortolo Sonsin, porém em seu registro italiano de nascimento, a grafia correta consta como Giovanni Bortolo Soncin. Com relação aos seus pais Angelo Soncin e Natalina Bragatto, descobrimos que nosso trisavô Angelo Soncin nasceu em 1843 na cidade de Caorle e era filho do casal #### e ####. Nossa trisavó Natalina Bragatto nasceu em #### na cidade de Caorle e era filha do casal #### e ####. Angelo Soncin e Natalina Bragatto casaram-se em #### na cidade de Caorle e além de nosso bisavô Giovanni Bortolo Soncin, tiveram mais 9 filhos, dos quais possuímos confirmação dos nomes de 7 deles, sendo Sante Soncin (provavelmente nascido em 1868), Antonio Giovanni Soncin (nascido em 1872), Tommaso Soncin (nascido em 1875), Giuseppe Soncin (nascido em ####), Rosa Soncin (nascida em 1879), Maria Soncin (nascida em 1881) e Caterina Soncin (nascida em 1883). Todos os filhos do casal Angelo e Natalina citados anteriormente, nasceram na cidade de Caorle.

Com relação aos irmãos de nosso bisavô Giovanni Bortolo, temos informações que Antonio Giovanni Soncin casou-se com Domenica Valeri (filha do casal Pietro Valeri e Caterina Bianchini) em 1892 na cidade de Boa Esperança do Sul/SP, sendo que posteriormente transferiram residência para a cidade de Dourado/SP e tiveram os filhos Teresa, Anna e Joaquim Arthur. Rosa Soncin casou-se com Giuseppe Catozzi (filho do casal Francesco Catozzi e Toscana Tavella) em 1896 na cidade de Boa Esperança do Sul/SP. Maria Soncin casou-se com Giovanni Battista Stafuzza (filho do casal Giuseppe Stafuzza e Domenica Basso) em 1896 na cidade de Boa Esperança do Sul/SP. Sante Soncin (irmão mais velho de nosso bisavô Giovanni Bortolo) trabalhou em uma Cia. Estrada de Ferro, possivelmente a São Paulo Railway (SPR), na cidade de Jundiaí/SP e em função deste trabalho, em meados de 1891, não acompanhou sua família na transferência de residência para uma fazenda localizada na cidade de Boa Esperança do Sul/SP, permanecendo na região de Jundiaí/SP, perdendo contato com o restante de sua família. De acordo com informações obtidas junto a familiares, Sante provavelmente teria falecido em um acidente devido ao desmoronamento de um túnel que estava em construção na referida Cia. Estrada de Ferro. Na Vila Fanton em São Paulo/SP existe a rua Santo Soncin, porém nao sabemos se há relação com o irmão de nosso bisavô Giovanni Bortolo.





Echaporã: vista de uma das ruas nos primórdios da cidade (http://echaporasp.blogspot.com.br)



Notas:

Alguns documentos brasileiros que possuímos, trazem a grafia do sobrenome de nosso bisavô Giovanni Bortolo Soncin totalmente distorcida, escrito como "Sonsin", "Sonsim", "Sunsim", "Sumsim" e "Sonzini".

Durante nossas pesquisas, descobrimos outros integrantes das famílias Soncin (não pertencentes ao nosso ramo), Sonsin e Suncin que imigraram para o Brasil. Estas informações foram obtidas durante pesquisa realizada no banco de dados do Museu da Imigração do Estado de São Paulo (antigo Memorial do Imigrante), referente aos livros de registros de entradas/desembarques de imigrantes. Abaixo seguem as informações encontradas:

.: Giovanni  Zuchetto (54 anos), juntamente com sua esposa Antonia Soncin (44 anos), os filhos Giuseppe (24 anos), Genoveffa (10 anos), a nora Petronilla Doretto (23 anos) e os netos Ugolino (05 anos) e Alda (02 anos). Viajaram no navio Provence e desembarcaram no porto de Santos/SP em 23/05/1887 (livro 005, fl 252, família 57410).

.: Domenico Soncin (34 anos), juntamente com sua esposa Teresa (31 anos) e os filhos Luigia (09 anos), Giulio (03 anos) e Romano (01 ano). Viajaram no navio Buenos Ayres e desembarcaram no porto de Santos/SP em 23/01/1888 (livro 008, fl 045, família 00837).

.: Rinaldo Soncin (48 anos), juntamente com sua esposa Maria (30 anos) e os filhos Cristina (16 anos), Luigi (13 anos) e Giuseppe (05 anos). Viajaram no navio Ila di Lozana e desembarcaram no porto de Santos/SP em 09/07/1888 (livro 012, fl 186, família 01745).

.: Giovanni Soncin (30 anos), juntamente com sua esposa Eva (27 anos) e o filho Giuseppe (02 anos). Viajaram no navio Frisia e desembarcaram no porto de Santos/SP em 11/12/1888 (livro 016, fl 098, família 00635).

.: Luigi Soncin (38 anos), juntamente com sua esposa Santa (37 anos) e os filhos Amalia (11 anos), Giuseppina (08 anos), Dante (04 anos) e Federico (01 ano). Viajaram no navio Carlo R e desembarcaram no porto de Santos/SP em 12/01/1889 (livro 017, fl 078, família 00987).

.: Giovanni Soncin (57 anos), juntamente com sua esposa Filomena (48 anos) e os filhos Anna Maria (20 anos) e Domenico (19 anos). Viajaram no navio Cachar e desembarcaram no porto de Santos/SP em 18/03/1889 (livro 019, fl 021, família 00190).

.: Sante Suncin (57 anos), juntamente com sua esposa Veronica (55 anos) e o filho Francesco (30 anos). Viajaram no navio Manilla e desembarcaram no porto de Santos/SP em 27/05/1891 (livro 026, fl 023, família 00327).

.: Rinaldo Soncin (20 anos), juntamente com sua esposa Virginia (22 anos). Viajaram no navio Andrea Doria e desembarcaram no porto de Santos/SP em 16/07/1891 (livro 027, fl 167, família 02980).

.: Pietro Sonsin (52 anos), juntamente com sua esposa Maria (52 anos) e os filhos Carolina (25 anos), Filomena (17 anos) e Ermínio  (08 anos). Viajaram no navio Bearn e desembarcaram no porto de Santos/SP em 07/10/1891 (livro 029, fl 177, família 03026).

.: Emilio Soncin (20 anos), juntamente com sua esposa Palmira (21 anos). Viajaram no navio Mentana e desembarcaram no porto de Santos/SP em 04/11/1891 (livro 030, fl 133, família 01794).

.: Ettore Soncin (21 anos). Viajou no navio Iris e desembarcou no porto de Santos/SP em 26/11/1891 (livro 031, fl 104, família 01335).

.: Giuseppe Soncin (33 anos), juntamente com sua esposa Maria (32 anos) e os filhos Domenico (10 anos), Giuditta (06 anos), Cesira (02 anos), Angelo (01 ano) e o cunhado Pietro (16 anos). Viajaram no navio Aquitaine e desembarcaram no porto de Santos/SP em 17/12/1891 (livro 032, fl 014, família 00102).

.: Leonardo Soncin (39 anos), juntamente com sua esposa Maria (36 anos) e os filhos Giuseppina (11 anos), Antonio (05 anos) e Luigi (03 anos). Viajaram no navio Italie e desembarcaram no porto de Santos/SP em 01/02/1896 (livro 052, fl 247, família 61930).

.: Guglielmo Soncin (28 anos), juntamente com sua esposa Delma (24 anos) a filha Delfina (14 anos) e o avô Giovanni (61 anos). Viajaram no navio Fortunata Raggio e desembarcaram no porto de Santos/SP em 26/05/1896 (livro 053, fl 387, família 92820).

.: Luigi Soncin (49 anos), juntamente com sua filha Emília (24 anos). Viajaram no navio Arno e desembarcaram no porto de Santos/SP em 13/07/1896 (livro 053, fl 550, família 116160).

.: Pietro Soncin (44 anos), juntamente com seus filhos Filomena (22 anos) e Erminio (13 anos). Viajaram no navio Manilla e desembarcaram no porto de Santos/SP em 01/02/1897 (livro 057, fl 072, família 37780).

.: Giuseppe Soncin (31 anos), juntamente com sua esposa Maria (24 anos) e o filho Fiscardo (02 anos). Viajaram no navio Manilla e desembarcaram no porto de Santos/SP em 30/10/1897 (livro 060, fl 179, família 50920). O destino desta família teria sido a fazenda Ressaca na cidade de Santo Antônio de Posse/SP, recrutados por Cândido Souza Aranha.

.: Angelo Soncin (23 anos). Viajou no navio Nivernais e desembarcou no porto de Santos/SP em 28/12/1901 (livro 070, fl 270, família 27770). O destino de Angelo Soncin teria sido a fazenda Cravinhos na cidade de Cravinhos/SP, recrutado por José Lacerda Soares.

.: Felice Di Pietro Soncin (27 anos), juntamente com sua esposa Anastasia (23 anos) e o filho Valente (03 meses). Viajaram no navio Les Alpes e desembarcaram no porto de Santos/SP em 17/02/1902 (livro 071, fl 168, família 21800). O destino desta família teria sido a fazenda Lageado na cidade de Botucatu/SP, recrutados por João Batista da Rocha Conceição.

.: Paolo Soncin (45 anos), juntamente com sua esposa Eliza (45 anos) e os filhos Cesira (18 anos), Adele (16 anos), Aurelio (13 anos) e Orazio (07 anos). Viajaram no navio Rio Amazonas e desembarcaram no porto de Santos/SP em 21/03/1906 (livro 076, fl 231, família 24590). O destino desta família teria sido a fazenda Monte Alegre na cidade de Ribeirão Preto/SP, naquela ocasião propriedade de Francisco Schmidt (conhecido como o terceiro “rei do café”).

.: Antonio Beltrami (49 anos), juntamente com sua esposa Amalia Soncin (48 anos) e os filhos Angelo (17 anos), Salvino (15 anos) e Honorato (03 meses). Viajaram no navio Regina D’Italia e desembarcaram no porto de Santos/SP em 25/05/1923 (livro 095, fl 144, família 54380). O destino desta família teria sido uma fazenda na cidade de Santa Ernestina/SP, naquela ocasião propriedade de Joaquim Meira Botelho.

.: Angelo Sartori (62 anos), juntamente com sua esposa Rosina Soncin (51 anos), os filhos Gino (34 anos), Abele (29 anos), Mario (26 anos), a nora Agnese Francescon (23 anos) e o neta Maria Cristina (01 ano). Viajaram no navio Andrea C e desembarcaram no porto de Santos/SP em 22/09/1952 (livro 169, fl 048, família 33200). O destino desta família teria sido a fazenda Monte Alegre na cidade de Bariri/SP, naquela ocasião propriedade de Manfredo Muth.

.: Antonio Soncin (22 anos). Viajou no navio Genova e desembarcou no porto de Santos/SP em 30/04/1954 (livro 173, fl 092, família 51940).

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