Família Gratton - Família Soares - De Castilla-La Mancha para o Brasil! Venha conosco conhecer esta história...

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Família Gratton

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Imigrantes Italianos

Família Gratton

Um dos integrantes da família Gratton que residia provavelmente na cidade de ####, localizada na Província de ####, Região de Friuli Venezia Giulia, imigrou para o Brasil no ano de 1888, partindo do porto de #### em ##/##/1888 no navio ####, desembarcando no porto do Rio de Janeiro/RJ em ##/##/1888 e posteriormente no porto de Santos/SP em 07/03/1888. Acreditamos que este imigrante era nosso trisavô materno Giovanni Battista Gratton (22 anos - nascido provavelmente em 1866). Até o presente momento não encontramos no banco de dados do Museu da Imigração do Estado de São Paulo (antigo Memorial do Imigrante) e nem no banco de dados da antiga Hospedaria de Imigrantes da Ilha das Flores (disponível no Arquivo Nacional localizado na cidade do Rio de Janeiro/RJ) os registros de entrada no Brasil de outros familiares (pais e irmãos) de nosso trisavô Giovanni Battista.


Angelina Gratton

Após chegar ao Brasil, nosso trisavô Giovanni Battista foi residir e trabalhar provavelmente em uma fazenda localizada na cidade de Boa Esperança do Sul/SP. Posteriormente nosso trisavô Giovanni Battista transferiu residência para a cidade de Dourado/SP, onde residiu e trabalhou em uma fazenda localizada nesta cidade (provavelmente fazenda Santa Eliza), região na qual conheceu nossa trisavó materna pertencente a família Polez. As primeiras referências encontradas sobre a cidade de Dourado/SP datam de 1856 e estão registradas em um livro dos antigos Registros Paroquiais de Terras (Livro nº 20 - Freguesia de Brotas). Em 1876 o então Bairro São João Baptista de Dourado possuía uma capela onde eram oficializados batizados, casamentos e óbitos da região, região esta onde se praticava a agricultura de subsistência. Era uma região de terra roxa muito fértil (rica em rocha basáltica decomposta, chamada de terra roxa devido a sua coloração), o que possibilitou a introdução da cafeicultura e a formação de grandes fazendas cafeeiras. Com a abolição da escravatura no Brasil em 1888 e a chegada dos imigrantes para trabalharem nas lavouras cafeeiras, a região atingiu seu apogeu. Em 1897 o antigo bairro foi elevado a categoria de município, passando a chamar-se somente Dourado. A cidade acelerou seu crescimento em torno de uma estação ferroviária de mesmo nome inaugurada no final de 1900, originalmente construída pela Cia. E. F. do Dourado e posteriormente adquirida pela Cia. Paulista de Estradas de Ferro.

Em #### provavelmente na cidade de Dourado/SP, nosso trisavô Giovanni Battista casou-se com Anna Polez (nossa trisavó materna), cidade na qual residiram por alguns anos. O casal teve os filhos Luiza, Angelina (nossa bisavó materna), Avelino, Guilherme, Anna, Ida, Regina, Guerino e Eduardo. Em meados de 1900 nossos trisavós transferiram residência para uma fazenda localizada na cidade de Ribeirão Bonito/SP e posteriormente retornaram para a cidade de Boa Esperança do Sul/SP, região na qual nossa bisavó Angelina conheceu nosso bisavô materno pertencente a família Greguoldo. Até o presente momento desconhecemos o local e data de falecimento de nossa trisavó Anna Polez, bem como o local onde está sepultada. Nosso trisavô Giovanni Battista faleceu em 1949 na cidade de Marialva/PR, onde está sepultado.

Em 1914 na cidade de Boa Esperança do Sul/SP, nossa bisavó Angelina Gratton casou-se com Giuseppe Greguoldo (nosso bisavô materno), cidade na qual residiram por alguns anos. O casal teve os filhos Victorio, Natalino, Zulmira (nossa avó materna), Amélia, Leutéria, Cesira, Anna, Filomena, Maria, Antônio e Salvador. Em meados de 1918 nossos bisavós transferiram residência para uma fazenda localizada na cidade de Tabatinga/SP. Na década de 1930 nossos bisavós transferiram residência para a cidade de Echaporã/SP (antiga Bela Vista/SP), cidade na qual residiram e trabalharam em um sítio de propriedade de nosso bisavô Giuseppe, sítio este que localizava-se próximo das fazendas pertencentes as famílias Rabassi e Passarelli. Posteriormente nosso bisavô Giuseppe vendeu seu sítio localizado na cidade de Echaporã/SP, adquiriu terras no Estado do Paraná (para a formação de cafezais) e transferiu residência juntamente com sua família para seu novo sítio localizado na cidade de São Pedro do Ivaí/PR. Vários descendentes deste casal residem nas cidades de ####. Nossa bisavó Angelina faleceu em 1995 na cidade de São Pedro do Ivaí/PR, onde está sepultada.

Em maio/2017 descobrimos novas informações referentes à família de nossa bisavó Angelina, informações estas presentes em seu registro de nascimento. Alguns descendentes de Angelina adotam a grafia de seu nome como Angela Graton, porém no referido registro de nascimento, a grafia correta consta como Angelina Gratton. Com relação aos seus pais Giovanni Battista Gratton e Anna Polez, descobrimos que nosso trisavô Giovanni Battista era filho do casal Giovanni Gratton e Luisa Fougari (estamos pesquisando a grafia correta deste sobrenome). Nossa trisavó Anna Polez era filha do casal Domenico Polez e Antonia Pelos (estamos pesquisando a grafia correta de ambos os sobrenomes).


Com relação aos irmãos de nosso trisavô Giovanni Battista, estamos pesquisando primeiramente se nossos tataravós Giovanni e Luisa imigraram para o Brasil, se imigraram com mais alguns filhos italianos ou se outros irmãos de nosso trisavô imigraram sozinhos, porém ainda não possuímos estas informações. Evoluímos com nossas pesquisas após análise em documentos brasileiros onde encontramos o registro de casamento de Giuseppe Boschin e Antonia Gratton realizado em 1888 na Paróquia São Sebastião, localizada na cidade de Boa Esperança do Sul/SP, onde consta que Antonia era filha de Giovanni Gratton e Luisa Fougari.





Dourado: primordios da praça São João Batista (http://douradocidadeonline.blogspot.com.br)



Notas:

Em homenagem a
nossa bisavó Angelina Gratton, a capela mortuária do cemitério municipal da cidade de São Pedro do Ivaí/PR foi nomeada "Angelina Craton Gregorio", porem seu sobrenome foi grafado incorretamente como "Craton" ao invés da grafia correta Gratton.

Nos documentos que obtivemos (registros de nascimentos e casamentos) encontramos variações e alternâncias na utilização do sobrenome Gratton. Mantivemos o sobrenome dos respectivos imigrantes conforme encontrado nos documentos que conseguimos obter, mantendo o título desta página como Família Gratton, com dois "TT", pois na referida documentação consta desta forma. Alguns documentos brasileiros que possuímos, trazem a grafia do sobrenome de nosso trisavô Giovanni Battista Gratton totalmente distorcida, escrito como "Gratão", "Grattão", "Gratto", "Grottoni", "Grettão", "Bretão" e "Craton".

Durante nossas pesquisas, descobrimos outros integrantes das famílias Gratton (não pertencentes ao nosso ramo), Graton, Grattoni e Gratoni. Estas informações foram obtidas durante pesquisa realizada no banco de dados do Museu da Imigração do Estado de São Paulo (antigo Memorial do Imigrante), referente aos livros de registros de entradas/desembarques de imigrantes.
Abaixo seguem algumas das informações encontradas (a relação completa com 18 registros pode ser visualizada realizando-se a pequisa diretamente no site do Museu da Imigração do Estado de São Paulo):

.: Giuseppe Gregorat (63 anos), juntamente com sua esposa Lucia (63 anos), o filho Sisto (34 anos), a nora Luigia Gratton (31 anos) e os netos Giuseppe (05 anos), Giacomo (04 anos) e Francesco (02 anos). Viajaram no navio France e desembarcaram no porto de Santos/SP em 10/04/1888 (livro 010, fl 131, família 00809).

.: Domenico Gratton (30 anos), juntamente com sua esposa Luigia (21 anos). Viajaram no navio Vincenzo Florio e desembarcaram no porto de Santos/SP em 18/03/1891 (livro 024, fl 149, família 02993).

.: Pietro Gratton (55 anos), juntamente com sua esposa Teresa (43 anos) e o filho Mariano (17 anos). Viajaram no navio Matteo Bruzzo e desembarcaram no porto de Santos/SP em 19/03/1893 (livro 038, fl 101, família 42120).

.: Antonio Gratton (26 anos), juntamente com sua esposa Tranquilla (26 anos). Viajaram no navio Toscana e desembarcaram no porto de Santos/SP em 20/07/1905 (livro 074, fl 243, família 47650).

.: Domenico Gratton (33 anos), juntamente com sua esposa Rosa (30 anos) e a filha Maria (05 anos). Viajaram no navio Iris e desembarcaram no porto de Santos/SP em 05/12/1895 (livro 051, fl 514, família 96110).

.: Primo Grattoni (31 anos), juntamente com os agregados Valentino Gratoni (38 anos), Valentino Bergamasco (33 anos) e Constantino Muzics (17 anos). Viajaram no navio Atlanta e desembarcaram no porto de Santos/SP em 27/11/1923 (livro 096, fl 060, família 37680).

.: Luigi Graton (38 anos), juntamente com sua esposa Maria (39 anos) e os filhos Anna Maria (09 anos), Antonio (05 anos) e Maria Luiza (03 anos). Viajaram no navio Graf Bismark e desembarcaram no porto de Santos/SP em 02/04/1885 (livro 002, fl 166, família 69060).

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